18/04/2013


Chico Mendes


Ele é reconhecido no Brasil e no mundo como um dos principais líderes da luta dos seringueiros na Amazônia. Vivia e trabalhava nos seringais da região de Xapuri (AC), onde foi assassinado por fazendeiros em 1988, um ano após a viagem que fez aos Estados Unidos, onde, a convite de membros da Organização das Nações Unidas (ONU), discursou contra o desmatamento e em defesa dos direitos dos seringueiros. Um de seus movimentos mais importantes ficou conhecido mundialmente, por sua luta em favor de um tipo de desenvolvimento econômico baseado na exploração sustentável da floresta, sem derrubá-la.

Desenvolvimento urbano na Amazônia


Quando falamos da Amazônia, as primeiras coisas que veem em nossas cabeças são índios  rios, florestas e animais das mais diversas especies mas, também temos a Amazônia urbana e nessa área se destacam duas cidades que têm atualmente mais de 1 milhão de habitantes: Manaus e Belém, além de cidades médias com população entre 50 mil e 500 mil habitantes e inúmeras cidades pequenas. E atualmente, é possível afirmar que a Amazônia está inserida no cenário mundial como grande exportadora de produtos da floresta, essa atividade foi responsável pela chegada de inúmeros migrantes provenientes das mais diversas regiões do país, especialmente de 500 mil nordestinos. 

Comentário (Orlando): Chico Mendes como foi dito no texto foi um dos principais líderes dos seringueiros na Amazônia, ele lutou pela preservação da floresta e deu uma alternativa para continuar se extraindo dela mas, de um modo sustentável mas, como nosso país é cheio de falhas, esse homem foi morto por fazendeiros que ficaram sem nenhuma punição mas, ao meu ver , ele conseguiu atingir seu objetivo que foi fazer com que todos olhassem para o que estava sendo feito na Amazônia. Na parte da Amazônia mais urbana, ela tem uma grande importância para o país porque é vista mundialmente pela exportação de frutos da floresta, depois que nordestinos migraram para lá, começou a chegar industrias junto com eles e a urbanização foi dada desse ponto.

18/03/2013

Primeira Postagem - Periodização

      Periodização do espaço geográfico
            Para compreender o espaço geográfico na sua totalidade não basta somente analisar os elementos que o compõem, é necessário compreender as ações que nele são realizadas. Assim, pode-se caracterizar o espaço geográfico pelos elementos artificiais e naturais e pelo uso que essa sociedade faz dele. Para entender a construção do espaço geográfico brasileiro precisamos recorrer a sua constituição histórica e isso é possível por meio da periodização. Vou falar um pouco sobre a periodização estruturada pelo geógrafo Milton Santos que dividiu a organização do espaço brasileiro em três fases: a meio natural, o meio técnico e o meio técnico-científico-informacional.

                                                          

                                                               O meio natural

       
      Quando tudo era meio natural, o ser humano escolhia coisas e partes que ele considerava fundamentais para seu dia-a-dia, valorizando mais as culturas e lugares. esse meio natural era utilizado pelo ser humano sem grandes transformações e seus trabalhos e técnicas eram diretamente relacionadas a natureza, as transformações que eram impostas as coisas naturais eram a domesticação de animais.

                                                             O meio técnico

         
      Esse período é considerado o surgimento do espaço mecanizado, agora os objetos não são somente objetos culturais, eles agora são culturais e técnicos, ao mesmo tempo. Nesse período, é composto do espaço natural mas, também do espaço "artificial" e começou a substituir os objetos naturais e objetos culturais por objetos técnicos e assim, utilizando novos materiais, o ser humano começa a fabricar um novo tempo aonde, os tempos sociais tendem a tomar a frente  e ser contra aos tempos naturais.

                                           O Meio técnico-científico-informacional

        
      Esse período começa após a Segunda Guerra Mundial e ele se chama assim porque é totalmente diferente dos outros períodos, agora acontece uma profunda interação entre ciência e técnica e essa união entre técnica e ciência vai se dar sob o poder do mercado, e o mercado por conta disso se torna um mercado global. E agora os objetos não são só técnicos, são também informacionais já que hoje a informação está em todos os lugares e hoje estamos sempre diante de algo novo, você comprando um produto hoje, daqui a 3 meses ele já vai estar ultrapassado e que chamamos de meio técnico-científico-informacional. 


Comentário: Bom, pelo que eu entendi no texto, a fase de periodização foi dividida em três fases no Brasil, por Milton Santos e ela se relaciona muito com o tempo, por exemplo: O meio natural implica se mais antes da chegada de Cabral aqui e um pouco depois da chegada dele, O meio técnico pode se dizer que foi um pouco depois da chegada dele até o século XIX e o O meio técnico-científico-informacional foi depois disso até hoje em dia, essa divisão foi bem elaborada porque podemos observar a evolução do Brasil através dele.



Fonte: Bigotto, José Francisco
Geografia:Sociedade e Cotidiano 2 - espaço brasileiro/ José Francisco Bigotto, Márcio Abondanza Vitiello, Maria Adailza Martins de Albuquerque -- 1. ed. -- São Paulo: Escala Educacional,2010 -- (Coleção geográfica : sociedade e cotidiano)

08/11/2012

AS BACIAS HIDROGRÁFICAS

-Principais Elementos: 

 *Nascente: Uma nascente, cabeceira, olho-d'água ou exsurgência, Minas de água em hidrografia, é o local onde se inicia um curso de água (rio, ribeira, ribeiro, ribeirão, córrego), seja grande ou pequeno. São áreas ou pontos de descarga dos aquíferos, geralmente localizados junto do nível de base geral, de aquíferos suspensos ou locais hidrogeologicamente controlados. A proveniência desta água pode ser autóctone, proveniente da precipitação que ocorre na área de recarga e se infiltra in situou de forma concentrada através de sumidouro ou ponor. Por outro lado pode ter origem em áreas exteriores ao aquífero, tendo nesta situação a designação de alógena. Geralmente os aquíferos são compostos por sistemas mistos.

Nascente é o começo do curso de água e o fim do curso é chamado de foz, sendo que um curso de água corre de montante para jusante.

 *Afluente: Afluente ou tributário é o nome dado aos rios e cursos de água menores que desaguam em rios principais. Um afluente não flui directamente para um oceano,mar ou lago. Os Afluentes e o rio principal servem para drenar uma determinada bacia hidrográfica. Ao ponto de junção entre um rio e um afluente é dado o nome de confluência.


 *Confluência: Confluência é um termo geográfico tipicamente utilizado para definir a junção de dois ou mais rios ou ainda a convergência para um determinado ponto.

O termo também é usado para descrever pontos geográficos cuja latitude e longitude são números inteiros. O Degree Confluence Project pede a voluntários que tirem fotografias em cada um destes postos e as partilhem no site do projeto. Um exemplo destes pontos seria: latitude 23º 00' 00" Sul e longitude 49º 00' 00" Oeste, no Estado de São Paulo, no Brasil.

 *Curso: Um curso de águacurso d'água ou fluxo de água é qualquer corpo de água fluente.

Rioscórregosriachosregatosribeiros, etc.
 *Leito: O leito aquático ou simplesmente leito de rio é o espaço que pode ser ocupado pelas águas, sendo possível distinguir o leito aparente, o leito maior ou leito de inundação, e o leito menor.

É responsável pela movimentação da água desde a sua nascente até a Foz.
O leito do rio pode ser subclassificado em:
Leito aparente - é o sulco por onde normalmente correm as águas e os materiais que elas transportam.
Leito de inundação ou leito maior - é o espaço do vale que é inundavél em época de cheias. Uma inundação ocorre quando o nivél das águas ultrapassa os limites do leito aparente, submergindo a área circundante, ou seja, a planicie de inundação.
Leito de estiagem ou Leito menor - corresponde à zona ocupada por uma quantidade menor de água, como acontece, por exemplo, durante o verão.

 *Margens: Margem é um termo utilizado em geografia para designar o local onde a água se encontra com a terra.

Costuma-se empregar este termo em referência à beirada da água de um rio, do mar, de uma lagoa, de um lago com terra, embora a margem possa encontrar-se compedras, com obras da engenharia, com trapiches, etc.
As margens de um rio são classificadas de "margem direita" e "margem esquerda", segundo o lado do rio em que se encontram, para quem se desloca no sentido da corrente.

 *Foz: A foz, a desembocadura ou o deságue de um curso de água é o local onde um corpo de água fluente curso de água, como um rio, deságua ou desemboca em outro corpo de água. Um rio pode ter como foz um outro rio, um lago, uma lagoa, um mar, o oceano, etc.

Há três tipos de foz fluviais: o estuário, em forma de funil, como a foz do Rio Congo;o delta como a do Rio Nilo,formada por um leque de canais e ilhas; e a foz mista, com algumas ilhas lateralmente, mas com uma foz larga, como é o caso do Rio Amazonas.

05/11/2012

AS ÁGUAS OCEÂNICAS - 4

*MAR ABERTO: É um tipo de mar que possui ligação direta com o oceano. Podemos citar como exemplo o 

*MAR FECHADO: É um tipo de mar que não tem ligação direta com os oceanos. Como exemplos de mares fechados podemos citar o mar Cáspio, o mar de Aral e o mar Morto. mar do Norte, na Europa, e o mar da China.

*MAR CONTINENTAL: É o mar que se localiza no interior de continentes, comunicando-se com os oceanos por meio de estreitos e canais.

AS ÁGUAS OCEÂNICAS - 3

OCEANO ÍNDICO: O oceano Índico, que se distingue por suas dimensões relativamente reduzidas em comparação com as do oceano Pacífico ou do oceano Atlântico, estende-se em sua maior parte em hemisfério Austral e é fechado ao norte pela Ásia. Largamente aberto ao sul, sob influência da monção asiática, tem a forma de um triângulo, cujas linhas medianas são formadas por dorsais oceânicas, dispostas em Y invertido. A sua profundidade média é de 3.897 m e a máxima, de 7.455 m.

AS ÁGUAS OCEÂNICAS - 2

* OCEANO ATLÂNTICO: O Oceano Atlântico é o segundo maior oceano em extensão, com uma área de aproximadamente 106.400.000 km², cerca de um quinto da superfície da Terra. É o oceano que separa a Europa e a África a Leste, da América, a Oeste. Seu nome deriva-se de Atlas, uma divindade da mitologia grega. É por isso que às vezes o oceano Atlântico é referido como "mar de Atlas". A menção mais antiga sobre seu nome é encontrada em Histórias, de Heródoto, por volta de 450 a.C. Antes dos europeus descobrirem outros oceanos, o termo "oceano" foi sinônimo de todas as águas que circundam a Europa Ocidental e que os gregos acreditavam ser um grande rio que circundava toda a Terra. Esta denominação desapareceu, no entanto, na Idade Média, altura em que se utilizava o nome de Mar Ocidental ou Mar do Norte. O responsável pelo reaparecimento do nome "Atlântico", foi o geógrafo Mercator ao colocá-lo no seu célebre mapa do mundo em 1569. A partir deste momento a nomenclatura da idade média foi gradualmente sendo substituída por este nome, que subsistiu até aos nossos dias.
O oceano Atlântico apresenta uma forma semelhante à letra S. Sendo uma divisão das águas marítimas terrestres, o Atlântico é ligado ao oceano Ártico (que em algumas vezes é referido como sendo apenas um mar do Atlântico), a Norte, ao oceano Pacífico, a Sudoeste, e ao oceano Índico, a Sudeste, e ao oceano Antártico, a Sul. (Alternativamente, ao invés do oceano Atlântico ligar-se com o oceano Antártico, pode-se estabelecer a Antártida como limite sul do oceano, sob outro ponto de vista). A linha do Equador divide o oceano em Atlântico Norte e Atlântico Sul. Com um terço das águas oceânicas mundiais, o Atlântico inclui mares como o Mediterrâneo, o mar do Norte, o Báltico e o mar das Caraíbas (Caribe).

AS ÁGUAS OCEÂNICAS - 1

* OCEANO PACÍFICO: O Oceano Pacífico é a maior massa marítima do globo, situada entre a América, a leste, a Ásia e a Austrália, a oeste, e a Antártida, ao sul. Com 180 milhões de km², o Pacífico cobre quase um terço da superfície do planeta e corresponde a quase metade da superfície e do volume dos oceanos. Movendo-se um globo terrestre de forma adequada é possível visualizar-se um hemisfério inteiro do planeta coberto apenas por água, ficando todos os continentes no hemisfério oposto, ocultos à visão em tal posição. Em sua essência - excluída pequena área associada ao Oceano Antártico - trata-se basicamente do Oceano Pacífico, cujas águas ainda avançam sobre o hemisfério não visível. Em vista da teorias das placas tectônicas e da deriva continental, sua origem remonta ao oceano único que cercava a Pangea em tempos primitivos.
Tem 707,5 km de fossas, e 87,8% de sua área apresenta profundidades superiores a 3.000 m; é o oceano com maior profundidade média (-4.282 m) e onde se localizam as maiores fossas submarinas (fossa das Marianas, com -11,022 m).
Sua forma grosseiramente circular é delimitada por margens continentais activas (que correspondem ao círculo de fogo do Pacífico) sob as quais se afunda uma crusta oceânica em rápida expansão. Em suas águas foi registrada a maior temperatura em um oceano: 404 °C, a uma profundidade de 2 mil metros, a cerca de 480 km ao oeste da costa estadunidense.
Descoberto pelos europeus em 1513 (Balboa) e transposto pela primeira vez em 1520 (Fernão de Magalhães), o Pacífico tem assistido a um crescimento de sua importância como via de ligação entre algumas das regiões de maior dinamismo econômico da atualidade (Extremo Oriente e costa ocidental da América do Norte).

A ÁGUA E OS POVOS

*CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA e MESOPOTÂMIA: As civilizações primitivas do Egito e da Mesopotâmia oferecem exemplos instrutivos de como secas e El Niños podem afetar o curso da história. As primeiras cidades do mundo se formaram ao longo dos Rios Tigre e Eufrates em parte por causa das mudanças no padrão das monções do Oceano Índico, que fizeram com que os agricultores se congregassem ao lado de importantes cursos de água, em povoações cada vez maiores. A cidade nasceu, para logo decair quando as secas se intensificaram, depois de 2.800 a.C. Em 2.180 a.C., uma seca nos Altiplanos etíopes acarretou a ausência de cheias ao longo do Nilo. O Antigo Reino do Egito se desmembrou numa série de províncias belicosas porque os faraós não tinham grãos para alimentar seu povo. Mais de um século transcorreu até que os ambiciosos senhores da guerra da região de Luxor reunificassem o Estado. 
No Egito, na antiga Mesopotâmia e na China, a água era controlada por funcionários do Estado que exerciam dominação. Os rios Nilo (Egito) , Tigre e Eufrates (Mesopotâmia) foram os responsáveis pelas grandes civilizações antigas surgidas nas terras fertilizadas por suas águas.o sobre os camponeses.